As teorias relacionadas ao bem-estar dos animais tornaram evidentes um período de consciência coletiva humana de não suportar a crueldade com naturalidade. Dessa forma, vem se estabelecendo relação íntima e crescente entre as técnicas utilizadas no manejo com os animais e as práticas que garantem sua qualidade de vida. Mas, para que a sociedade aplique conceitos e técnicas de bem-estar animal é necessário o conhecimento destes, e sobretudo ter consciência de sua importância.
Em qualquer área da ciência o papel da academia, além do ensino e da pesquisa, é transmitir os conhecimentos e suas aplicações para a população. A ausência desta tríade é análoga a de ter um tesouro e não poder gastá-lo. As publicações científicas que divulgam os resultados das pesquisas para o mundo não são muito atraentes fora da academia, mas evento científico dentro da academia pode ser muito interessante e atrair muita gente.
O Congresso Internacional de Bem-Estar em Animais de Esporte: Equestre e Rodeio foi uma demonstração da maravilha da extensão acadêmica, e reuniu a diversidade humana com universitários principalmente dos cursos de Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária de instituições particulares estaduais e federais, professores do ensino médio e superior, intelectuais, representantes políticos e de instituições e associações municipais, estaduais e federais, promotores de eventos esportivos, representantes de competidores, profissionais que atuam com animais, criadores, empresas, ativistas e simpatizantes dos esportes com animais.
Esta reunião com diferentes conhecimentos, culturas, crenças, princípios, ações, atividades e gerações, de início pode parecer não significar muito, mas a comunicação que ocorreu entre eles foi a mais significativa. Em momentos de debate e reflexão silenciosa no Teatro Jorge Andrade do Unifeb fez-se perceber por todos que existe apenas a preocupação na manutenção do ciclo natural da vida animal e os benefícios que isso pode gerar tanto na vida humana quanto na do próprio animal... o que retomou as palavras de Sócrates: “Toda parte, faz parte do todo.”
Profa. Maira Mattar, Coordenadora do Grupo FEBOVI e professora dos Cursos de Zootecnia e Agronomia do Unifeb
Em qualquer área da ciência o papel da academia, além do ensino e da pesquisa, é transmitir os conhecimentos e suas aplicações para a população. A ausência desta tríade é análoga a de ter um tesouro e não poder gastá-lo. As publicações científicas que divulgam os resultados das pesquisas para o mundo não são muito atraentes fora da academia, mas evento científico dentro da academia pode ser muito interessante e atrair muita gente.
O Congresso Internacional de Bem-Estar em Animais de Esporte: Equestre e Rodeio foi uma demonstração da maravilha da extensão acadêmica, e reuniu a diversidade humana com universitários principalmente dos cursos de Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária de instituições particulares estaduais e federais, professores do ensino médio e superior, intelectuais, representantes políticos e de instituições e associações municipais, estaduais e federais, promotores de eventos esportivos, representantes de competidores, profissionais que atuam com animais, criadores, empresas, ativistas e simpatizantes dos esportes com animais.
Esta reunião com diferentes conhecimentos, culturas, crenças, princípios, ações, atividades e gerações, de início pode parecer não significar muito, mas a comunicação que ocorreu entre eles foi a mais significativa. Em momentos de debate e reflexão silenciosa no Teatro Jorge Andrade do Unifeb fez-se perceber por todos que existe apenas a preocupação na manutenção do ciclo natural da vida animal e os benefícios que isso pode gerar tanto na vida humana quanto na do próprio animal... o que retomou as palavras de Sócrates: “Toda parte, faz parte do todo.”
Profa. Maira Mattar, Coordenadora do Grupo FEBOVI e professora dos Cursos de Zootecnia e Agronomia do Unifeb
link da publicação original:
http://www.odiarioonline.com.br/noticia/14443/BEM-ESTAR-ANIMAL-QUEM-SE-IMPORTA

























