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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Entrevista: eficiência na produção da carne


Laura de Moraes Teixeira



PERGUNTOU PARA...Gregório Horacio Baston e Nascimento – Graduado em Relações Internacionais e Administração de Empresas – Supervisor Corporativo de Logística na Empresa Marfrig Beef


Laura Teixeira  e Gregório Nascimento


Estatísticas da Anualpec mostram que o Brasil tem o maior rebanho comercial e é o terceiro maior produtor mundial de carne bovina. Por que o Brasil não lidera o ranking de produção? Como isto seria possível?


O problema é o tipo de manejo que temos no Brasil hoje, a burocracia com relação à política de terras e a falta de informação que abrange os produtores. Isto tudo, de um modo geral, influencia na baixa produtividade do Brasil.

Com o maior rebanho bovino que temos, a extensão territorial que o Brasil tem o tanto de terra explorável e a abundância de recursos naturais faz com que ele tenha tudo pra ser o maior produtor do mundo. Esbarrando em burocracia governamental e falta de profissionalização e modernização no manejo: ainda temos no país animais sendo abatidos com cinco anos de idade. Não há ciclo que aguente!

Temos propriedades que em dez anos tem dois ciclos produtivos (dois abates com animais de cinco anos) ao passo que a média de abate hoje é de 24 a 30 meses, o que justifica a baixa produtividade nacional.

A reestruturação da cadeia produtiva vai de reformulação das politicas agrícolas até uma reciclagem cultural dos envolvidos no processo da cadeia produtiva da carne, conscientizando da necessidade de modernização do processo produtivo como um todo, proporcionando aumento da produtividade, minimizando custos e maximizando os lucros e o resultado.

O Brasil pode. Basta querer.



COMENTÁRIOS...

O Brasil é uma grande fonte de recursos e de potencial para a produção de carne, porém, falta exploração do setor com técnicas corretas e de forma consciente. É um país em crescimento ascendente, que necessita de mais profissionalismo na pecuária, tanto de produtores quanto de profissionais de serviço. Por isso, sem sanidade, sem modernização, sem tecnologias aplicadas ao manejo não haverá melhoras na eficiência de produção.

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