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sábado, 25 de junho de 2011

Entrevista: alimentação de vacas em lactação

Caio Lopes Rocha
 Elaine Cristina Ravagnani

 
PERGUNTAMOS PARA... Dr. Marcelo Franco Eiras – Médico Veterinário


Para ser implementado um sistema de alimentação para vacas em lactação, o que é necessário considerar para que a produção e composição não sejam afetadas?

É necessário considerar o nível de produção, o estágio da lactação, a idade da vaca, o consumo esperado de matéria seca, a condição corporal, tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados.

“Sim, o estágio da lactação afeta a produção e a composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal” , afirma Marcelo.

Pois são importantes a duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira, deve-se fornecer alimentos, como: fazer uma dieta em quantidades superiores, são àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite, pois estes animais ainda continuam em crescimento, com necessidades nutricionais muito elevadas. Assim, recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 20% a mais para novilhas de primeira cria e 10% para vacas de segunda cria. Sendo assim, uma dieta feita, precisamos de uma ração balanceada com seus Nutrientes protéicos e energéticos, em animais de até 18 kg de leite. Marcelo diz também, que em até 18 kg de leite em seguintes proporções: cada 1 kg de ração para 3 kg de leite, acima de 18 k de leite, faz 2,5 k de leite para cada 4 kg de ração, fornecido em duas vezes ao dia. “Não esquecendo também do volumoso, ficando em torno de 25 a 30 kg de silagem de milho.

Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação, pois as exigências nutricionais dos animais são distintas para cada um deles.


NOSSO COMENTÁRIO...

Cabe ressaltar que, as vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido, menores produções de leite e distúrbios metabólicos como Cetose, fígado gorduroso e deslocamento do abomaso, além de baixa resistência aos agentes de doenças.

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